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A transformação digital no varejo não é mais uma questão de escolha, mas uma estratégia inevitável para empresas que pretendem permanecer  no mercado e proporcionar uma boa experiência de compra ao novo perfil de consumidor. 

Na Pesquisa Varejo em Transformação: estratégias, práticas e expectativas, realizada pela Deloitte em 2018, 65% dos varejistas disseram acreditar que mais da metade de seus clientes são phygital, ou seja, trafegam entre o ambiente físico e o virtual.

 Em contrapartida, na mesma pesquisa realizada em 2017, 93% dos consumidores afirmaram navegar entre os canais online e físicos durante a mesma jornada de compra. 

Ou seja, um dos principais desafios do varejo é integrar processos e soluções tecnológicas para se tornar omnichannel, aumentar a eficiência das operações, trazer inovações e entregar experiências realmente memoráveis.

 

O que está impulsionando a transformação digital no varejo

 

São diversos os aspectos que estão impulsionando a transformação digital no varejo, adesão ao mobile e ao autoatendimento, por exemplo. Mesmo assim, um grande número de varejistas está adiando a decisão de adotar ferramentas tecnológicas e novos canais que proporcionem a disrupção. 

Isso acontece pelo pensamento de que o modelo atual de negócio dificilmente poderá ser totalmente substituído. Porém, aqueles que continuarem raciocinando dessa forma podem acabar não tendo os resultados esperados e, mais do que isso, podem fracassar com o tempo. Isso porque, o mercado varejista vem migrando para o mundo digital em função da preferência de boa parte dos consumidores e pela descoberta de formas de otimizar os processos e gerar redução de custos.

Os consumidores atuais muitas vezes buscam informações sobre os produtos que pretendem adquirir nos mecanismos de busca, como o Google, em redes sociais e blogs, por exemplo, para então realizarem a compra no e-commerce de uma marca ou já irem até as lojas decididos em relação ao que levar, com objetivo de compras mais rápidas que atendam o gosto atual por agilidade.

E as tecnologias lançadas para o varejo são cada vez mais focadas em atender ao senso de urgência, qualidade e boa experiência de compra, fatores tão desejados e considerados diferenciais para os clientes.

Nesse sentido as lojas físicas vem exercendo uma nova função e se tornando pequenos centros de distribuição. Ou seja, disponibilizam suas mercadorias para clientes que adquiriram por meio das lojas virtuais ou marketplaces, mas optaram por fazer a retirada do produto no mesmo momento ao invés de aguardar pelo frete. 

Inclusive o conceito, denominado clique e retire, já é utilizado por 20% dos usuários online do Brasil, segundo mostrou um levantamento da MindMiners, agência especializada em pesquisas de mercado. 

 

O comportamento do consumidor mudou:  o que motiva e o que muda no setor

 

Hoje o consumidor já começa a esperar que as lojas físicas entreguem o mesmo tipo de experiência que recebem ao fazer compras pelo computador ou celular. Isso inclui o autoatendimento, as conveniências, as diversas opções de escolha e a personalização.

É por isso que a transformação digital deve ser um dos centros da gestão do varejo, com a reavaliação de processos e a criação de um ambiente conectado que, ao utilizar recursos tecnológicos de forma eficiente, coloca os clientes no centro dos negócios.

Entre as mudanças necessárias está a antecipação das necessidades dos consumidores por meio do uso de tecnologias baseadas em deep learning, do armazenamento e uso inteligente de dados, entre outras ações. 

Já é comum encontrar grandes marcas brasileiras que estão implementando tecnologias da transformação digital em seus pontos de venda para aproximar o ambiente online do ambiente físico, com o objetivo de oferecer uma experiência satisfatória a esse novo perfil de consumidor.

Entre os cases estão os da Via Varejo, proprietária da Casas Bahia e do Ponto Frio. Em 2018 a rede inaugurou a primeira unidade de um ponto de venda digital, onde todos os processos são pautados na tecnologia e na personalização da experiência de compra por meio da análise de dados. 

Um outro projeto lançado pela empresa foi o Via Única, que se utiliza de um grande banco de dados que traz informações de consumidores, coletadas tanto por meio de transações internas quanto informações externas. O objetivo é otimizar as estratégias de marketing e melhorar o relacionamento com clientes. 

Outro processo de avanço digital no varejo que já vem acontecendo há alguns anos é o do Magazine Luiza, que se utiliza de recursos tecnológicos nas lojas e promove a integração dos canais de venda e relacionamento. Uma das soluções utilizadas nos pontos de venda é o pagamento móvel, em que os vendedores realizam as vendas por meio de tablets e smartphones, sem a necessidade de caixas, o que traz comodidade e agilidade ao processo de compra. 

Tratando-se do mercado varejista estrangeiro, as inovações relacionadas à transformação digital nos PDVs só aumentam. Um exemplo é o da loja de roupas femininas, Reformation. Ao invés de abastecer o espaço com roupas, a marca só deixa a mostra os itens mais vendidos. Caso haja interesse do cliente em pesquisar mais produtos, isso é possível por meio de monitores com touch screen. Se o mesmo achar conveniente fazer uma prova, basta selecionar a peça que um dos colaboradores a coloca em um armário do provador. Enquanto experimenta roupas, os clientes podem mudar a iluminação do ambiente, colocar música no smartphone, buscar outros itens em um monitor, entre outras possibilidades. 

Como você viu, o potencial de transformar um ponto de venda físico em um ambiente conectado é enorme. Porém, tentar implantar estratégias inovadoras a partir da mesma cultura organizacional é praticamente impossível. Ou, ainda, mesmo que novas tecnologias estejam à disposição, se não forem bem utilizadas certamente deixarão de trazer os resultados esperados. 

Por isso é fundamental iniciar a transformação digital no varejo por meio de uma transformação cultural que envolva toda a estrutura organizacional e atenda aos diversos tipos de consumidores.

 

Tecnologias para o varejo

 

Entre as inovações tecnológicas no varejo algumas se destacam e funcionam como pilares. São elas: big data, inteligência artificial, realidade aumentada e internet das coisas. Quando utilizadas de forma integrada, são capazes de revolucionar processos e aproximar o mercado varejista desse novo consumidor.

Um estudo realizado pela Forbes mostrou que 58% dos gestores do mercado varejista entrevistados relataram já ter utilizado alguma estratégia de big data em sua empresa. Além disso, 49% deles afirmaram que a Internet das Coisas terá um papel fundamental nas estratégias para o futuro.

Entre as ferramentas que já vêm sendo implantadas para trazer o digital ao ambiente físico estão os totens de autoatendimento digital, uso de caixas sem atendentes e pagamentos por QR Code. 

 

Benefícios dessas tecnologias 

 

Por mais que a implementação da transformação digital no varejo não seja uma tarefa fácil, já que exige esforços de toda a organização, os resultados podem ser bastante recompensadores. 

Veja alguns benefícios da utilização das tecnologias:

 

Informações estratégicas para a tomada de decisão

 

Contar com informações sobre o andamentos dos processos, características e jornada de compra dos consumidores vem se tornando cada vez mais essencial em um mercado de alta competitividade, que atua por meio de diversos canais.

O big data, tecnologia disruptiva que permite armazenar e analisar um grande conjunto de dados, advindos dos mais variados meios,  traz um grande diferencial competitivo. 

Com a ajuda das ferramentas de análise de dados os varejistas podem, por exemplo:

  • mensurar o impacto de estratégias de marketing na jornada de compra do cliente;
  • fazer o gerenciamento de estoque e de toda a cadeia logística;
  • utilizar históricos de navegação para identificar características, dores e necessidades dos consumidores;
  • monitorar o comportamento de compra para oferecer ofertas personalizadas e oportunas que aumentem as chances de venda e o cross-selling.

 

Integração da loja física e e-commerce

 

Como dissemos, as lojas virtuais não podem ser vistas como substitutas do segmento tradicional. Porém, para que haja de fato a transformação digital no varejo é importante estar preparado para atender os clientes com a mesma eficiência, personalização e qualidade nos dois ambientes. 

Para isso, é possível se valer de sistemas digitais capazes de integrar as lojas físicas e os
e-commerces, envolvendo desde a logística e estoque até a compra do consumidor final. 

 

Fluxo de caixa e previsão orçamentária

 

A gestão das finanças feita de forma estruturada e constante é essencial para o sucesso de qualquer empresa. 

Por meio de ferramentas tecnológicas, que auxiliam na transformação digital no varejo, é possível estabelecer previsões de vendas e lançamentos de despesas operacionais.

 Além disso, a organização pode definir custos, gastos com logística e incidentes de vendas, entre outros. 

 

Satisfação do consumidor na loja física

 

Por meio de tecnologias como o QR Code  e totens de autoatendimento, o mercado varejista proporciona satisfação aos consumidores acostumados à agilidade das compras online. 

Isso porque, a partir da implantação de recursos como esses há redução de filas e os clientes podem realizar suas compras da forma que julgarem mais conveniente. 

De acordo com as informações acima, há uma urgência para que as empresas se preparem para a transformação digital no varejo que já está acontecendo e que, cada vez mais, será uma exigência para aquelas que buscam se estabelecer no mercado. 

Ao contar com as parcerias certas, sua organização pode estruturar os processos com mais assertividade e, assim, seguir rumo ao sucesso. A MGITECH, empresa com 27 anos de experiência, tem como propósito oferecer recursos que facilitem a transformação digital para todas as empresas da América Latina. 

Nos dedicamos a entender com profundidade as dificuldades e desafios das organizações por meio de equipes especializadas e um portfólio completo de mobilidade.

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